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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Banalização da Vida

Comissão da Câmara aprova interrupção de tratamento de pacientes terminais

Publicação: 09/12/2010 08:23 Atualização:

Outro passo foi dado para reduzir a polêmica que envolve a prática da ortotanásia. Ontem, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou a suspensão ou limitação de tratamentos que prorrogam a vida de pacientes terminais. Na semana passada, a Justiça Federal tomou a mesma medida, dando segurança aos médicos que optarem pelo procedimento mediante a autorização do paciente ou de um responsável.

A adoção da ortotanásia faz parte de uma resolução do Conselho Federal de Medicina publicada em 2006. O Ministério Público, no entanto, entrou com uma ação contra a norma e, por meio de liminar, suspendeu a prática. A liminar foi revogada no início deste mês.

A proposta aprovada pela comissão da Câmara é um substitutivo ao Projeto de Lei nº 6715/09 do Senado, que previa apenas a descriminalização da prática. No substitutivo, há a obrigatoriedade de o médico apresentar a condição do paciente a uma junta médica e a garantia de cuidados especiais para a pessoa que for submetida ao procedimento, como o alívio da dor.

Segundo o texto, o paciente terminal é aquele que tem enfermidade avançada, progressiva e incurável, com prognóstico de morte inevitável e iminente. A proposta ainda precisa ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário da Câmara. Como sofreu alterações na Casa, também tem que retornar ao Senado.
  Publicação: 09/12/2010 08:23 Atualização:

Outro passo foi dado para reduzir a polêmica que envolve a prática da ortotanásia. Ontem, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou a suspensão ou limitação de tratamentos que prorrogam a vida de pacientes terminais. Na semana passada, a Justiça Federal tomou a mesma medida, dando segurança aos médicos que optarem pelo procedimento mediante a autorização do paciente ou de um responsável.

A adoção da ortotanásia faz parte de uma resolução do Conselho Federal de Medicina publicada em 2006. O Ministério Público, no entanto, entrou com uma ação contra a norma e, por meio de liminar, suspendeu a prática. A liminar foi revogada no início deste mês.

A proposta aprovada pela comissão da Câmara é um substitutivo ao Projeto de Lei nº 6715/09 do Senado, que previa apenas a descriminalização da prática. No substitutivo, há a obrigatoriedade de o médico apresentar a condição do paciente a uma junta médica e a garantia de cuidados especiais para a pessoa que for submetida ao procedimento, como o alívio da dor.

Segundo o texto, o paciente terminal é aquele que tem enfermidade avançada, progressiva e incurável, com prognóstico de morte inevitável e iminente. A proposta ainda precisa ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário da Câmara. Como sofreu alterações na Casa, também tem que retornar ao Senado.
Fonte: Correiobrasiliense.com.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Comissão da Câmara diz que irá ‘discutir’ em seminário homofobia e liberdade de expressão



Deu no site da Câmara que a Comissão de Legislação Participativa vai promover seminário para discutir “Os Limites entre Liberdade de Expressão, Censura e Homofobia”. O evento será no dia 15 de dezembro, às 14 horas, no plenário 3. O requerimento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovado nesta quarta-feira.
Agora a parte interessante: A comissão vai convidar representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Rede Globo, da TV Bandeirantes, da Rede TV, da TV Record, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Conselho Federal de Psicologia e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT). O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) Rui Portanova e a desembargadora aposentada do TJRS Maria Berenice Dias farão palestra sobre o tema do seminário.
Tem um cheiro estranho no ar. A parcialidade desse seminário promovido pela comissão da Câmara é vista a quilômetros de distância. Basta olhar a lista dos convidados para perceber o tom da discussão. Representantes da mídia, MPF (lembram das ideias de Deborah Duprat, enquanto Procuradora-Geral interina?), OAB, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (aquela do PNDH 3), FENAJ, Conselho Federal de Psicologia (que mandou Rosângela Justino parar de tratar homossexuais), ABLGT (sem comentários) e, para finalizar, Maria Berenice Dias (a madrinha do movimento).
Ou seja, é mais fácil que haja um monólogo ao invés de debate. Tá tudo dominado!
Fonte: comoviveremos.com

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Família sob ataque MEC distribuirá Kit gay em escolas públicas

Família sob ataque

MEC distribuirá Kit gay em escolas públicas

A doutrinação do movimento homossexual está chegando a níveis assustadores. Não bastasse a tentativa de criminalizar toda e qualquer opinião contra o comportamento homossexual (conforme PLC 122), matéria do Correio Braziliense [1] divulgou há poucos dias informações sobre um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) que visa produzir kits de material "educativo" composto de vídeos, boletins e cartilhas com a abordagem do universo de adolescente homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública de todo o país.
Conforme a matéria, parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O texto explica ainda que o jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. 
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial.
Caros leitores, a tendência de doutrinação do movimento homossexual tem mostrado sua força, principalmente no âmbito legislativo; com propostas que provocam verdadeiro ataque à instituição familiar.
Sob o pretexto de acabar com o preconceito e com a homofobia, a proposta em questão tenta inculcar nos jovens e adolescentes a normalidade da homossexualidade, na medida em que os instiga a esse tipo de comportamento.
Além da oração, cabe aos cristãos a manifestação contrária a esse tipo de proposta legislativa que é um verdadeiro ataque à família.

Fonte.CPAD News

Pulseiras coloridas ou pulseiras do sexo, ALERTA AOS PAIS


Filed under: Notícias — Tags:, , — admin @ 19:54

pulseiras-do-sexo-230x150 À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente.
Mas na realidade elas são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.
Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custam apenas uns centavos em qualquer banca ao virar da esquina.
Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os jovens estão dispostos a ir, se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.

Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o ato físico a que corresponde à cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado distante.
Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as meninas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as “pulseiras do sexo”, que custam apenas um euro (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.
Significado das cores:
» Amarela – é a melhor porque significa das um abraço no rapaz;
» Laranja – significa uma “dentadinha do amor”;
» Roxa – já dá direito a um beijo com língua;
» Cor-de-rosa – a menina tem de lhe mostrar o peito;
» Vermelha – tem de lhe fazer uma lap dance (dança erótica);
» Azul – fazer sexo oral praticado pela menina (“boquete”);
» Verdes – são as dos chupões no pescoço;
» Preta – significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira;
» Dourada – fazer todos citados acima ou sexo oral simultâneo (“meia-nove”);
» Listrada– sexo na posição “frango assado”;
» Grená – Sexo anal sem lubrificante;
» Transparente – sexo com parentes consanguíneos;
» Marrom – exo escatológico (“brown shower”);

Símbolo de respeito
Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é excluído e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado. “No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela”, conta a criança de 12 anos.
Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitaria do código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um “bebe com um rapaz”, Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.
Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.

Preste muita atenção, estas pulseiras já chegaram ao Brasil!

Atualizado: 6 de novembro
Recebi muitos comentários dizendo que este post é mentira, mas não é! O problema é que essa moda se espelhou muito rapidamente no Brasil, mais rápido do que a notícia.
Artigo GazetaOnline 10/11/09Pulseiras do sexo: uma mania adolescente
Nota site Acores:
Foi o jornal Inglês The Sun  que trouxe o assunto para a discussão ao publicar um artigo em que afirmava que nas escolas inglesas os adolescente usam pulseiras coloridas para trocar entre si mensagens de teor sexual.
Essas pulseiras que foram muito usadas nos anos 80, feitas à base de silicone, custam apenas uns cêntimos e existem em variadas cores.
Segundo o jornal inglês, os adolescentes teriam então  inventado vários jogos com as respectivas pulseiras, cujo objectivo é sempre o mesmo: ao rebentar uma pulseira duma determinada cor, o rapaz terá direito a reclamar o comportamento sexual da menina, que pode ir desde um abraço ou beijo até a uma relação sexual.
Note-se que não se trata de nenhum tipo de violência, mas de um jogo que é aceito por ambas as partes. Este aspecto é muito importante e confundiu por completo os adultos, pois que para além do jogo em si, muitas adolescentes usam as ditas pulseiras apenas como objectos decorativos.


Fonte: maqgoo.com

Kaká sai da Renascer

Motivos pessoais'

Kaká sai da Renascer

04/12/10 23:34
atualizado em 04/12/2010 22:35

Craque do Real Madrid e a esposa não são mais fiéis da igreja do casal Hernandes
Kaká e sua mulher, Caroline Celico, romperam com a Igreja Renascer. Ontem, a igreja confirmou o desligamento do casal, mas não apontou o motivo. Segundo a revista Veja, que traz entrevista com Carol na edição desta semana, a ruptura aconteceu em agosto.
"O meu tempo na Igreja Renascer acabou. O que eu posso afirmar é que, hoje, minha busca constante é somente por Deus", diz Carol à revista, minimizando os motivos da saída: "Não vou fazer nenhum comentário. Cada um tem o seu ponto de vista sobre inúmeros assuntos".
A Veja também diz que a própria igreja confirma que Kaká ligou para o bispo Estevam Hernandes, fundador da Renascer ao lado da mulher, a bispa Sonia, comunicando a decisão "por motivos pessoais". A revista traz algumas suposições para o afastamento. Uma delas é que Carol "não concordava com os assuntos administrativos da Igreja".
Em agosto deste ano, parte do teto da sede da Renascer em São Paulo desabou. Kaká teria consultado um perito e constatado a negligência. Antes, em janeiro de 2009, o teto de outro templo deixou nove mortos e 106 feridos.
Outra versão é que Kaká e a mulher se decepcionaram com informações sobre os rumos do dinheiro arrecadado. Em 2009, segundo dados da Veja, o craque do Real Madrid teria contribuído com 1,4 milhão de dólares (o equivalente a R$ 2,36 milhões) em dízimos. A última hipótese levantada pela revista seria um desentendimento entre Carol e Fernanda, filha dos Hernandes.
Ainda à Veja, Carol disse que, no momento, não frequenta igreja alguma, e revelou um pouco de sua rotina em Madri, onde vive com o marido e o filho, Luca, de 2 anos: "Às vezes, vou a um estúdio para estudar canto, faço ginástica e amo cozinhar".
Mais de 2 milhões em dízimo
Kaká sempre foi um defensor da contribuição mensal à igreja. Em 2009, segundo dados da Veja, o craque do Real Madrid teria contribuído com 1,4 milhão de dólares (o equivalente a R$ 2,36 milhões) em dízimos para a igreja.
O novelista da Rede Globo Aguinaldo Silva comentou no Twitter a saída de Kaká e Caroline Celico da Igreja Renascer e foi irônico ao comentar exatamente a parte financeira. "Gente, o Kaká ‘sartou' fora da Igreja Renascer! Demorou, mas parece que caiu a ficha no cofrinho do rapaz. Que prejuízo pros bispos, né não?", escreveu o autor.
Fonte: Meia Hora Online

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ateus querem proibir crianças e adolescentes de ler a Bíblia

O jornal suiço Aargauer  Zeitung, no artigo intitulado  ”Um novo ataque contra a  Igreja”, disse que o  movimento  ateísta Freethinkers  [Pensadores livres] alega  que a Bíblia relata muitas  cenas “cruéis” e  ”pornográficsas”, e por isso  exigem a proibição da Bíblia para crianças e adolescentes na Suíça.
O líder do Freethinkers, Reta Kaspar, exigiu a proibição do acesso fácil à Bíblia para crianças até que elas completem 16 anos. “A Bíblia não oferece respostas para os problemas atuais e vitais que enfrentamos diariamente”, insistiu o “pensador livre “. Gaspar disse que a Igreja insiste numa fraude quando propõe às crianças lerem a Bíblia depois de uma censura prévia de alguns textos bíblicos, deixando apenas coisas bonitas e inofensivas.
Walter Müller, porta-voz da Conferência Episcopal Suíça (CES), respondeu às críticas dos ateus, observando que estudiosos contemporâneos são capazes de classificar de forma independente os textos bíblicos, sob o ponto de vista religioso e histórico. O porta-voz dos bispos suíços acrescentou ainda que a sociedade deve ser tolerante com adversários da Igreja, como grupos ateus, pois eles não podem ser excluídos do espaço público.
Contudo, na última década, a religiosidade na Suíça  teve mudanças significativas: as duas principais confissões, católicos e protestantes, mostram uma diminuição de seus fiéis. Em contraste com essa baixa de fiéis, o último censo mostrou um aumento de 11% das pessoas que declararam não pertencer a nenhuma igreja ou religião.
De acordo com especialistas, esse número não reflete necessariamente uma convicção anti-religiosa na Suíça. Muitos dos que dizem não professar nenhuma religião fazem isso para fugir do imposto eclesiástico vigente no país.

Via: Pavablog
Fonte: Cristianos.com


Via: www.guiame.com.br

IGREJAS NA CHINA SÃO PERSEGUIDAS

Na China, enquanto as igrejas não registradas são perseguidas pelo governo, as igrejas oficiais, registradas legalmente, também não podem operar normalmente se estiverem fora do controle das autoridades.
Um cristão chinês contou recentemente sobre as dificuldades que sua igreja experimentou no ano passado. O seguinte relatório é de São Francisco por CK, repórter especial da Rádio China Livre (tradução livre).
Zheng Leguo é membro do conselho da Igreja Cristã de Baixiang (tradução livre) na cidade de Leqing, província de Zhejiang. Ela é oficialmente registrada no governo local, e o conselho, com mais de 700 de líderes e a congregação foram escolhidos numa eleição onde cada pessoa corresponde a um voto.
Esta eleição independente apoiada pela igreja é o ponto crucial do problema, porque não tê-la resulta em candidatos designados pelo Departamento Local de Relações Religiosas (tradução livre) vencendo qualquer posição principal no conselho.
Consequentemente, a Igreja de Baixiang experimentou um desastre após o outro nos anos seguintes a eleição, estando sob a ameaça de ataques violentos, e incapaz de ter um único domingo de serviço normal de pacífico.
Zheng recontou o conflito de um domingo entre os membros da igreja e arruaceiros instigados pelo Departamento de Relações Religiosas e o Departamento de Segurança Pública: “Quando pregávamos o sermão, foi acionado o volume do sistema de áudio o que tornou impossível a nós concluir o sermão. Quatro deles cercaram meu cunhado que sabia como consertar o sistema de áudio, e espancaram-no. Colocaram a culpa nele, alegando que havia lesado-os. Como resultado, meu cunhado foi sentenciado a oito meses de prisão”.
Zheng apela para que o governo chinês respeite a escolha democrática da congregação e acrescenta que “não penso que a igreja deveria ser vista como uma força hostil. Semelhante aspecto, afeta o relacionamento (do governo) com a religião e afeta o relacionamento em geral entre a igreja e o estado”.
Tradução: Tatiane Lima
Fonte: China Aid Association/www.portasabertas.org.br